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ATRASO ou DEMORA em atendimentos e realizações de partos, um erro que pode custar uma vida!

É comum ouvirmos relatos de mães que sofrem muito por conta da demora nos procedimentos pré cirúrgicos (poucos dias e muitas vezes poucas horas) antes da chegada do filho recém nascido.


O momento de ter um ou mais filhos (no caso de gêmeos ou trigêmeos) exige dos pais um aumento natural do nível de stress, bem como foco na atenção aos detalhes e preocupações para tudo dar certo como planejado.


Essas preocupações não poderiam ser desviadas para um direcionamento que não é dever do futuro papai e da futura mamãe ainda gestante, como por exemplo estarem preocupados se serão atendidos ou não no hospital (quando digo atendimento é atendimento de qualidade, o profissional da saúde fazendo o que deve ser feito).


É dever do Estado (quando os partos serão efetuados e custeados 100% pelo sistema único de Saúde - SUS) gerir adequadamente e cumprir estritamente o que A Constituição Federal de 1988 prevê, ou seja, saúde digna e de qualidade.


Nós recebemos diversos relatos, onde infelizmente o Estado não cumpre com o que é de sua inteira responsabilidade, e muitas vezes ocorrem falhas na prestação dos serviços médicos.



Por exemplo, quando o atendimento não ocorre dentro do tempo que se mostre adequado e necessário para a realização do ato, podemos entender que já há neste ponto um erro e uma falha na prestação digna e adequada do serviço.


A demora na realização do parto traz riscos que são imensuráveis e causam diretamente danos tanto à saúde da mulher como risco de óbito do recém nascido (ainda nascituro).


Há relatos de nenéns que já nascem sem vida, muitas vezes porque o médico não estava disposto ou mesmo não havia médico disponível para realizar o parto no momento em que era preciso. Um absurdo!!!


As gestantes usuárias de planos de saúde (que contam com a prestação de serviços de convênio médico), o alerta segue o mesmo, pois precisamos ficar sempre atentos com a qualidade do atendimento médico, uma demora em um procedimento de parto pode ser fatal para ambas as vidas.


E se for um parto particular?


Se a mamãe gestante não possuir convênio médico e não optar pelo atendimento na rede pública de saúde, uma alternativa seria o pagamento integral das despesas médicas para cobertura e realização do parto em hospital de sua escolha.


Vale lembrar que por se tratar de atendimento e serviço muito mais complexo do que a simples compra de um serviço qualquer, a compra de serviço que envolve a saúde humana, os detalhes e cuidados merecem ser redobrados.


Procure sempre seu advogado de extrema confiança caso enfrente problemas desta natureza.



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